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Resenha: NHL 15, EA Sports

By on fevereiro 27, 2015 in Fan Focus, Ignore with 0 Comments

by Henrique Pardazs, Staff Writer, All Habs Brasil / All Hockey Brasil

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Campinas, BR – Salve, torcedor Bleu, Blanc, Rouge!

Depois de um período de férias, o All Habs Brasil e o All Hockey Brasil estão de volta, e dessa vez com um tema diferente: O mais novo simulador de hockey para videogames.

O game, lançado em Novembro de 2014, pela EA Sports é o mais realístico e moderno jogo de hockey para qualquer console. Com um novo sistema de colisões, e a reformulação da física do puck, além da inclusão da “personalidade” dos jogadores, a versão revolucionou o mercado de simuladores esportivos, e têm gerado muitos comentários do tipo “Nossa! Você está jogando! Eu jurava que estava assistindo o jogo na TV”, e “Esses games estão cada dia mais parecidos com o jogo de verdade, não é?”

O novo sistema de colisões aproximou muito os checks do game com os da vida real, sem mais aquelas mentirosas trombadas nos boards das neutral zones, que tornavam MUITO fácil defender a própria linha azul, ou aquelas “camas de gato” infalíveis em qualquer situação 1×1, agora, o gamer é obrigado a acompanhar o atacante até que o mesmo tome uma ação, sob pena de “ir seco” e deixá-lo em breakaway contra seu goalie. No modo HUT (Hockey Ultimate Team, o atributo “Awareness” ou Consciência passa a ser tão ou mais importante que “pace” ou velocidade e “strenght” ou força, ou seja, Zdeno Chara e Brian Campbell não são mais os “super-trunfos” do modo online.

A física do puck reformulada (finalmente) acabou com o  “disco voador”, aquele que sempre vai na horizontal, estático  no ar, e passa a ser realista tanto no giro no seu próprio eixo horizontal como nas “piruetas”, tornando mais comuns os “tip-in’s”, assim como são na liga, e também exigindo mais habilidade dos shooters de longa distância para não “isolarem” o puck.

Finalmente a EA Sports resolveu aderir à tendência dos games de outras categorias em tornar os personagens “emotivos”, e eliminar as incoerências do tipo: “Mesma probabilidade de uma briga entre Jordin Tootoo Jarome Iginla, ou Sydney Crosby Vincent Lecavalier”. Ou então, Alexei Emelin sendo tão propício a “hard-hitting” quanto PK Subban… Sim, esse novo “feature” do game prejudica muito os que gostam de usar jogadores dos Montreal Canadiens, que, como é sabido, são um tanto quanto “indisciplinados”, à se ver por Subban, ou Brandon Prust, entre outros que amam passar dois, quatro, ou até cinco minutos no “cantinho do pensamento”; se você, assim como eu, usa os Habs no modo Manager, prepare-se para aprender a matar penalties sem as hits mentirosas das outras versões.

Apesar da infelicidade de ter que olhar para a cara de morcego do Patrice Bergeron toda vez que for abrir a capa da mídia, o jogo valeu cada um dos US$50,00 que gastei para comprá-lo (creio que ainda vale, mesmo o dólar turismo estando praticamente R$3,00), e, nessas férias, ocupou todas as minhas madrugadas (sim, joguei uma temporada de 92 jogos, 20 minutos cada, faça as contas!).

Enfim, se precisarem de dicas sobre o jogo , fica aí o meu twitter: @henrypardazs , e alguns links úteis:

https://www.easports.com/nhl/tips-and-tricks

Um forte abraço e:

#GOHABSGO

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